domingo, 2 de junho de 2013

Top Chef Bira - Rabana

Top Chef Bira Rabana fora de época

Por costume, a maioria das pessoas estão habituadas a comer um delicioso doce conhecido como Rabanada apenas no período do Natal.



Seja ela quentinha assim que é frita, ou geladinha no dia seguinte, é um prato que agrada a todos, crianças e adultos.

Podemos fugir a regra e comer nossa Rabana fora de época, para isso vamos precisar do seguinte material. 

Ingredientes:
- 01 ovo de galinha;
- 01 xícara de leite;
- 02 pães francês "dormido";
- 01 xícara de açúcar;
- Óleo de soja para fritar; e
- canela em pó;

Modo de preparar: primeiro corte os pães em fatias grossas e reserve. 



Utilize uma tigela para misturar o leite, o ovo e duas colheres de sopa de açúcar. 



Prepare em um prato o açúcar com canela que será usado para empanar as Rabanadas depois de fritas. Use uma frigideira grande de teflon com um pouco de óleo para fritar as rabanadas e coloque no fogo médio para aquecer.


 


1º. Pegue uma a uma cada fatia de pão cortada, umedeça no leite (já misturado ao ovo e açúcar), acomode na frigideira já no fogo.




Com um garfo ou espátula vire as Rabanadas para que fritem de ambos lados até ficarem morenas.





2º. Retire as Rabanadas e coloque para secarem o excesso de óleo em papel toalha.


3º. Passe as Rabanadas já fritas no açúcar com canela em pó, uma a uma.





4º. Arrume as Rabanadas empanadas em açúcar com canela em pó em uma travessa e sirva.


01 de junho de 2013.

História: A rabanada aparece documentada no século XV, citado por Juan del Encina: «mel e muitos ovos para fazer rabanadas», ao parecer como prato indicado para recuperar de partos

As primeiras receitas remontam ao livro de cozinha de Domingo Hernández de Maceras (1607) e "Arte de cozina, pastelería, vizcochería y conservería" de Francisco Martínez Motiño (1611). 

A rabanada era, no inicio do século XX, muito comum nas tabernas de Madrid e servia-se com jarros de vinho "razos").

A associação das rabanadas à quaresma deve-se talvez à necessidade de aproveitar o pão, que durante o tempo que não se comia carne, era por isso menos consumido, mesmo assim sendo produzido a mesma quantidade.

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